| Criar organizações inteligentes em Portugal – este deve ser o caminho a seguir por Empresários, Gestores de RH, Líderes e Colaboradores. Inteligentes do ponto de vista financeiro – implica uma gestão séria, transparente e responsável dos recursos; inteligentes do ponto de vista do marketing – implica uma oferta de produtos e serviços em total sintonia com aquilo que de fato o cliente quer e precisa e que, por isso mesmo, tem de resultar de um processo de profunda empatia com as suas necessidades; inteligentes do ponto de vista emocional – implica o desenvolvimento de capacidades de gestão emocional em todos os Líderes e, como consequência, a criação de um clima organizacional positivo, onde a ligação à marca, a satisfação do colaborador com o seu próprio desenvolvimento e o aumento da produtividade, estão interligados. Sabendo que os gestores emocionalmente inteligentes conseguem influenciar as suas equipas a alcançar resultados financeiros mais elevados, onde está a inteligência: mantermos o foco apenas nos objectivos e nos resultados, ou focarmo-nos numa gestão empática das pessoas? |