| Pessoas e tecnologia. Este será o binómio do negócio do (presente) futuro. As empresas cada vez terão menos activos tangíveis, assentando a diferença competitiva no talento que conseguem captar. Aí teremos provavelmente o fenómeno que hoje temos com atletas, em que os melhores talentos serão representados por agentes, e em contratações, quem contrata terá também de pagar o talento à empresa que o perde. Isto fará certamente com que o negócio do R&S tenha que se adaptar a este conceito. Os líderes com experiência internacional, em termos de formação e/ou emprego, terão uma maior vantagem cultural devido ao aumento exponencial da mobilidade do talento. Os modelos de liderança terão a sua base na integração e interligação de várias componentes, tais como: estratégia, tarefas críticas, cultura, organização formal, pessoas e liderança executiva. O movimento Pessoas@2020 terá naturalmente uma forte preponderância e importância, pela integração que demonstra, ao contrário do actual status quo da gestão de recursos em Portugal. |