| Mais do que uma tendência, a gestão e o desenvolvimento de talentos deve ser uma prioridade na estratégia das organizações como meio mais eficaz para criar uma cultura organizacional que seja a base para o crescimento da produtividade. O mapa do capital humano está a mudar e com isso torna-se necessário pensar e implementar planos de desenvolvimento pessoal e de bem-estar organizacional que aumentem as taxas de retenção dos colaboradores e que fomentem o equilíbrio entre os interesses profissionais e pessoais de cada um. Temos assistido a um aumento de modelos de trabalho low cost que são sinónimo de múltiplas contratações. Essa dificuldade em reter talentos e ao mesmo tempo em garantir consistência em projetos de média duração, pode transformar-se numa diminuição de volume de negócio. Noutros casos, em que a remuneração não constitui uma questão, os profissionais questionam-se sobre o seu sentido de propósito e exigem mais ferramentas de auto-conhecimento. Este mapa atual do capital humano português mostra a urgência de centrar o discurso e a estratégia no desenvolvimento das Pessoas como chave para o sucesso das organizações. |
Luísa Vasconcelos | Especialista em Gestão de Mudança Transformacional e Consultora, Power2Blossom13/7/2016
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