| “Numa era de profunda transformação como a que vivemos atualmente, onde quase já não falamos de evolução, mas unicamente em revolução, o que é válido hoje pode não o ser amanhã. As implicações deste contexto mutante, mas sobretudo as oportunidades que ele encerra são imensas, a começar e a acabar nas Pessoas e na forma como as organizações gerem e preparam o capital humano que dispõem hoje e sobretudo as estratégias que adotam para captar aquele que consideram ser imprescindível para o amanhã. Não é por isso estranho, que a grande batalha que se avizinha para 2020, no mercado empresarial, seja a do Talento. As organizações que forem capazes de captar, reter e desenvolver os melhores talentos, estarão seguramente mais bem preparadas para ser as agentes da disrupção e não as vitimas dessa disrupção. Por tudo isto, nunca como agora o investimento nas pessoas foi tão crucial. Estruturas de custos mais flexíveis, filosofias e modos atípicos de execução do trabalho, valorização de experiências que se sobrepõem à clássica progressão de carreira como aspirações de base, convívio de gerações distintas nas mesmas estruturas, desenhos organizacionais menos hierárquicos ou novas configurações dos espaços de trabalho que propiciam e alimentam novas relações entre as pessoas e novas formas de as gerir, são apenas alguns dos pontos que devem estar no topo das preocupações dos gestores de pessoas da atualidade. Porque o amanhã está já aí.” |