| O Desenvolvimento do Capital Humano e afirmação da área de RH como estratégica para os resultados organizacionais, dependem em grande parte de dois vetores fulcrais, a aproximação da função RH ao negócio e o do enfoque dos projetos de desenvolvimento na medição e follow-up. No primeiro caso, temos assistido a alguns avanços essencialmente em grandes empresas, mas quase todos os dias temos exemplos de como os profissionais de RH estão dissociados daquilo que é o negócio e das suas necessidades. Esta é uma responsabilidade da função RH, mas também da gestão de topo, que deve dar a autonomia suficiente para que isso aconteça. Os empresários em Portugal tem que perceber que os RH devem ser considerados como uma área estratégica, e não apenas de suporte. Por outro lado, o enfoque na medição e follow-up podem puxar os projetos RH para outro patamar qualitativo. Não podemos continuar a avaliar projetos com dados poucos quantificáveis, uma vez que não nos permite credibilizar a nossa posição junto da gestão do topo, dado que não podemos fundamentar a rentabilidade dos mesmos. Hoje em dia temos ferramentas que nos permite ter dados credíveis em todas as áreas RH. Outro aspeto fundamental é o acompanhamento em projetos de desenvolvimento/formação. As teorias de vanguarda em termos de aprendizagem dizem-nos que 50% da eficácia de um projeto depende desta fase de um projeto. O Desenvolvimento de Pessoas não pode ser algo pontual, mas sim um sistema aberto e contínuo. |